
Por Marcy Bezerra, Extra do Acre- fotos: Arquivo pessoal.
Os cruzeirenses Jeftér Lucca Correia Tomé 16 anos de idade e Ashley Aylana Andrade da Silva 17 anos, estudantes do segundo ano do ensino médio da escola Dom Henrique Ruth, foram desafiados pela direção a apresentarem um projeto de pesquisa intitulado: “Mudanças Climáticas na Amazônia”, cujo objetivo era analisar as evidências das mudanças climáticas que ocorrem na Amazônia Ocidental, especificamente no Estado do Acre, o desafio foi abraçado pelos discentes e agraciados com a participação na mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC, 2022) que ocorreu entre os dias 24 e 28 de outubro, na cidade de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul.
Tal atividade tinha como finalidade incentivar a pesquisa e o conhecimento científico entre nossa comunidade escolar.
No vídeo a alegria dos jovens é nítida ao chegar no local do evento.
“Foi uma experiência maravilhosa, pois além de irmos com a certeza de apresentar um bom trabalho, também sentíamos orgulho de mostrar nosso Estado. A troca de conhecimento e interação entre culturas de diferentes regiões do país foi enriquecedora, e é isso que queremos transmitir aos nossos jovens, que o conhecimento abre caminhos e transforma vidas”, destaca a coordenadora de ensino Raissa Maiara Negreiros Neri que acompanhou os alunos no evento e o professor orientador José Adones de Lima Silva.
“Foi uma experiência extraordinária, não tenho adjetivos para descrever esse momento, foi uma honra participar e ser um dos alunos que foi para o evento. Não estava representando somente a minha escola, como representando nosso estado e sabemos que não é muito comum participação do Acre em eventos como esse então além de mostrar nossa pesquisa e falarmos das mudanças climáticas do nosso estado e sabemos que a Amazônia não se encontra somente no nosso estado. Outro fator que me deixou extremamente feliz foram as pessoas de todos os lugares do mundo (México, Peru, Argentina, uma garota de Taiwan), e esse intercâmbio foi muito rico e eu jamais vou esquecer, essa troca cultural é muito rica. Para os jovens eu digo que não deixem de acreditar, não é fácil, mas vale a pena e que o final é satisfatório”, destacou Jeftér Lucca Correia Tomé.





















































