
No início deste ano (2022), os profissionais da educação fizeram uma negociação na qual ficou acordado alguns pontos para que a gestão municipal cumprisse, no mês de agosto ainda deste ano (2022), o aumento do piso salarial instituído nacionalmente. Segundo o coordenador do Sinteac, Pedro Lima, os acordos não foram cumpridos.
Na manhã desta quinta-feira (15), o sindicato dos professores de Cruzeiro do Sul mobilizou os servidores (324), para se reunirem numa assembleia discutindo a possibilidade de greve visando garantir o direito ao aumento prometido desde o início do ano letivo.
“A gente gostaria muito de entrar em acordo com a Secretaria Municipal de Educação e com a Prefeitura de Cruzeiro do Sul, porque nós temos ciência da nossa responsabilidade social e com a educação. A carga horária do professor deve ser de 30 horas, e nós só recebemos por 25 horas. O que nós queremos é apenas a garantia e o pagamento destas 5 horas em defasagem”, explicou Solange Albuquerque, professora.
De acordo com Pedro Lima, presidente do Núcleo do Sindicato dos Professores de Cruzeiro do Sul, a assembleia é de caráter informativo, tendo em vista que a gestão municipal não cumpriu com o combinado.
“Nós já formos convidados para logo mais, às 11 horas, sentarmos com a comissão da gestão municipal, onde possivelmente estarão apresentando uma proposta, e logo em seguida, nós convocaremos uma assembleia para que possa ser deliberado se a categoria aceita ou não”, pontuou o presidente da categoria.
Redação Juruá Online.



















































