A população do município de Feijó está revoltada com notícia que espalhou na pequena e pacta cidade que a servidora municipal que estava emprestada para delegacia, há cerca de dezenove anos, fosse realocada no quadro da administração pública.
De acordo com fontes ligadas à delegacia, a servidora é responsável pelo setor de identificação, encarregada do processo de confecção do registro geral da população da cidade.
Com a saída da funcionária, a prestação do serviço poderá ficar sem funcionar, pois a servidora é quem estar habilitada para o serviço. A delegacia já tem um quadro de policiais defasado e com a saída dos três empregados da Prefeitura, o atendimento e o serviço público cairão vertiginosamente.
A ação foi encarada por muitos como uma retaliação em razão das ações da Polícia Civil realizadas em outubro de 2022, quando foram cumpridos mais de quinze mandados de busca e apreensão nas secretarias, casas de gestores do ente municipal, com o foco de apurar os crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, peculato e outros.
Vale ressaltar que de acordo com a Constituição Federal, a prestação da segurança pública é dever de todos os entes, inclusive do município e a delegacia de Feijó vem mostrando resultados nunca antes alcançados.
Fica o espaço aberto para os devidos esclarecimentos da Prefeitura de Feijó.
























































