
Diante de milhares de apoiadores, lideranças políticas e representantes dos 22 municípios acreanos, Bittar discursou sobre a necessidade de manter a base unida para aumentar o peso do Acre em Brasília. “Nós precisamos caminhar com esse time e eleger o maior número de deputados para dar à Mailza e à Jéssica o sossego para governar. Também precisamos eleger deputados federais comprometidos com as pautas que defendemos e fortalecer a representação do Acre no Congresso Nacional”, declarou.

Em meio ao seu discurso, Marcio Bittar declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República e situou a disputa presidencial como decisiva para os rumos da Amazônia e do país: “Nós temos que libertar o país do crime organizado, defender o produtor rural e mudar leis que hoje impedem o desenvolvimento da Amazônia. Nós temos lado e vamos defender aquilo em que acreditamos”.
Bittar também dedicou parte de sua fala a defender a continuidade do governo estadual, apontando a gestão de Mailza Assis como prova de um projeto já consolidado para o Acre e lembrando sua experiência à frente do Executivo estadual como referência de compromisso com políticas públicas.
Em seu pronunciamento, Mailza tratou de suas prioridades à frente do governo e do que pretende desenvolver em um eventual segundo mandato. “Governar é gostar de gente. É conhecer a realidade do nosso povo e trabalhar para melhorar a vida das famílias acreanas. Vamos continuar fortalecendo políticas para as mulheres, proteger nossas crianças, apoiar nossos produtores rurais, incentivar os empreendedores e investir em saúde, tecnologia e inovação”, afirmou a governadora.
A candidatura de Jéssica Sales como vice-governadora também foi apresentada como um marco histórico para o estado: pela primeira vez, o Acre terá uma chapa formada por duas mulheres na disputa pelos cargos de governadora e vice-governadora.

O ex-governador Gladson Cameli, candidato ao Senado pela coligação, chamou atenção para a importância de manter Bittar no Congresso Nacional, de modo que os dois possam atuar lado a lado em defesa do estado. “Eu vou ser senador da República e preciso da reeleição do Marcio para o Senado Federal, para que nós dois possamos estar juntos trabalhando pelo Acre”, declarou.
A convenção também oficializou os suplentes da candidatura de Marcio Bittar ao Senado. O empresário Jebert Nascimento foi confirmado como primeiro suplente, enquanto Lívio Veras, vice-presidente do Progressistas no Acre, ocupará a segunda suplência.
Ao encerrar sua participação, Bittar reforçou o tom de continuidade do projeto político iniciado em 2018, garantindo que a bandeira levantada naquele ano pelo grupo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro segue firme nas urnas deste ano.

Ao longo de sua trajetória política, Marcio Bittar exerceu mandato de deputado estadual e, posteriormente, de deputado federal por dois mandatos, quando se tornou o deputado federal mais votado da história do Acre, além de exercer a função de Primeiro-Secretário da Câmara dos Deputados e integrar comissões ligadas à Amazônia e ao meio ambiente.
Em 2018, foi eleito senador da República com 185.066 votos. No Senado Federal, foi relator-geral do Orçamento da União em 2021, função na qual participou da definição de investimentos para o país e para o estado. Também foi relator da CPI das ONGs em 2023, corregedor do Senado e membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Comissão de Segurança Pública e do Conselho de Ética.
Durante seu mandato como senador, destinou mais de R$ 1,2 bilhão em emendas e investimentos para os 22 municípios do Acre, contemplando áreas como saúde, educação, infraestrutura, habitação, agricultura, assistência social e desenvolvimento regional.
























































