
O promotor de Justiça de Tarauacá, Júlio César de Medeiros Silva, abriu um procedimento administrativo para saber os motivos da paralisação das atividades do Centro de Tratamento de Integração Sensorial de Referência em Transtorno do Espectro Autista (Centrin). O que consta até o momento é que há um atraso no pagamento.
Ainda no despacho o promotor dá 10 dias para que Prefeitura de Tarauacá informe qual o valor pago mensalmente pela Municipalidade ao Centrin e, principalmente, como está sendo o atendimento às crianças com TEA pelo Município, na ausência deste serviço.






















































