
Um grupo de cidadãos insatisfeitos com o processo seletivo da Secretaria Municipal de Assistência Social de Tarauacá está se mobilizando para levar denúncias ao Ministério Público do Acre (MPAC). Entre as principais críticas está a metodologia adotada no certame, que prioriza a análise de currículos em vez de realizar provas objetivas.
De acordo com uma das denunciantes, que preferiu não se identificar, a falta de provas prejudica jovens que acabaram de concluir o ensino médio e não possuem experiência profissional. “É muito difícil competir por uma vaga somente com currículos, já que muitos candidatos já têm experiência. Se houvesse provas, a situação seria mais justa”, afirmou a jovem em entrevista ao Extra do Acre.
Além disso, outro grupo questionou os salários oferecidos aos assistentes sociais contratados temporariamente, que seriam superiores aos dos profissionais efetivos com mais de 10 anos de atuação. A discrepância salarial levantou dúvidas sobre a transparência e a equidade do processo seletivo.

























































