
Em Feijó, a dificuldade para conseguir uma consulta médica tem levado moradores a uma rotina exaustiva. Uma moradora relatou ao Extra do Acre que precisou sair de casa às 2h da madrugada para tentar conseguir uma ficha, mas, mesmo assim, ficou sem atendimento.
De acordo com o depoimento, a unidade de saúde do bairro Geni Nunes disponibiliza apenas 10 vagas diárias para consultas, número insuficiente para atender à demanda da população. “Cheguei cedo, mas todas as fichas já tinham sido distribuídas. Tem muita gente que precisa de atendimento e simplesmente não consegue”, lamentou a moradora.
O problema se agrava para aqueles que vivem na zona rural e precisam se deslocar até a cidade durante a madrugada, muitas vezes sem garantia de atendimento. “A gente sai de casa de madrugada, enfrenta a escuridão, o frio, e ainda volta sem a consulta. É uma situação complicada”, acrescentou.
A precariedade no acesso a consultas médicas tem gerado revolta entre os moradores, que cobram soluções da Prefeitura de Feijó. O Extra do Acre abre espaço para que a administração municipal se manifeste sobre a situação e informe quais providências serão tomadas para melhorar o atendimento à população.























































